... um Arlequim branco e negro, cheio de pureza, medo e sorriso artificial. Seria o calor da vida com máscara. Seriam sentimentos a destilarem dos recantos, das veias e da boca. Silêncio. Era ser para os outros e para mim mesmo, na maior bonomia de Natal.
Luís Gonçalves Ferreira
Por qualquer motivo este pensamento poetizado faz-me lembrar um arco, já que termina suave depois de alguns momentos mais hiper-realistas. Agora, o que te queria mesmo dizer, é que (já te o disse uma vez) só por muitos dos teus comentários, já valetria escrever posts, porque tu transcendes na escrita, uma forma e beleza que se conjugam em simultâneo com o que sentes.
ResponderEliminarVenho, essencialmente, dar-te os parabéns pelo comentário que me deixaste. Superas literariamente qualquer um... Gosto muito de te ler... mesmo quando discordas. Mas refiro-me muito à forma. Literariamente bela...
Abraço, Luis